#séries


vídeo arquivado em #séries por nnnnng dia 10/02/10 (PERMALINK)

Breaking Bad S03

21 de março.

Comenta aê!

Lost é Lost

texto arquivado em #séries #vergonha #merda #inclusão digital por andrezp dia 05/02/10 (PERMALINK)

Ádnei
Erros do último episódio
1) Juliet não tem obturações?

LeAndrO
É Lost cara, essa série já mostrou coisas muito mais absurdas que a sobrevivência de Juliet nessa queda.

Naiara Gabriela
a boca da juliet estava sangrando, ai qndo ela vira e olha pra bomba nao tem mais sangue O.o

Mila
Cara, eu tenho uma palavra que resume tudo: LOST!

Mariane
pQ QUE A BOMBA NÃO EXPLODIU NA QUEDA? BOM… LOST É LOST. SEMPRE TEM UM SENTIDO, MESMO SENDO O MAIS LOUCO. SEMPRE TEM.

Paulo de Souza
Meu deus! Ja são 5 temporadas e ainda não entenderam que isso é LOST?!

Pablo
ela limpou(sem querer) o sangue na agua que tinha la no fundo do posso uai.
Entendam: Lost é Lost.

Leko
A Kate não sabe o que quer, nem fo#%, nem sai de cima. :S

AssiZ
A sardenta é uma purgante, chata demais!
JULIET É DIVA, MEIGA, DOCE, MISTERIOSA, GOSTOSA… TDO DE BOM!

NoeL ✖
lost não tem erros

Anonimo
Se esse tipo de erro incomoda, pare de ver Lost.
Não tinha percebido nada disso até algum esperto vir e falar… e quer saber?
Não importa nem um pouco.

Comenta aê!
vídeo arquivado em #séries #trauma de infância #crueldade por andrezp dia 02/02/10 (PERMALINK)

Todos se lembram de Alf, o E.Teimoso, certo? Aquele alienígena bonachão que alegrava nossas manhãs de domingo na infância. 

Agora, quem poderia imaginar que o último episódio da série seria algo tão maníaco-depressivo?

Comenta aê!

Sexta temporada de Lost já bate recorde!

texto arquivado em #desculpa,daniel #séries #pôsteres #photoshopdisaster por vinipardinho dia 01/02/10 (PERMALINK)

Número de photoshop disasters em UM SÓ CARTAZ:

Mas já aviso que, mesmo ampliando a imagem, o efeito não é o mesmo que se deparar com um dos banners espalhados pela cidade.

Ontem, passando no metrô Vila Madalena antes de ir pro foderoso show do Metallica, eu vi, e… meu Deus… é lindo…

Comenta aê!
vídeo arquivado em #séries por nnnnng dia 16/12/09 (PERMALINK)

I once was lost but now I’m found
I was blind but now I see

2 de fevereiro, caralho.

Comenta aê!
vídeo arquivado em #séries #trailers por nnnnng dia 16/12/09 (PERMALINK)

Trailer do dia: Justified

Deadwood encontra The Shield?

Por favor.

via Time via @GreatDismal

Comenta aê!

A zebra do Emmy

texto arquivado em #rubens #séries por nnnnng dia 28/09/09 (PERMALINK)

Rubens viu mais filmes que você, mas de séries - o novo cinema - parece não entender muito.

Olha só o que o Ewald Filho, que agora tem um blog no R7, escreveu sobre o Emmy que Bryan Cranston levou esse ano:

(…) Melhor ator, outra disputa difícil, e ganha um “underdog”, quase uma zebra, Bryan Cranston (Breaking Bad). Quem diria que é o que fazia o pai de Malcom in the Middle (também gostei mais do cara agora que descobri que ele faz aniversário no mesmo dia que eu).

Me explica, Rubens querido, como diabos pode o cara que ganhou o mesmo prêmio pelo mesmo papel na mesma série no ano passado ser um, ui, UNDERDOG?

Podemos tirar uma lição importante desse parágrafo rubensiano sobre a zebra: 7 de março é uma data que merece ser comemorada para sempre.

De preferência, assistindo a uma deliciosa comédia romântica. #rubensday

Comenta aê!

True Blood está mais pra Crepúsculo do que pra A Sete Palmos

texto arquivado em #séries #putaria por nnnnng dia 15/09/09 (PERMALINK)

Se Crepúsculo adapta o mito dos vampiros para pré-adolescentes emo que leem Capricho, True Blood faz o mesmo para adolescentes que já estão grandinhas demais para serem pegas com uma Capricho na mão, mas acessam o site da revista no modo privado do navegador.

A série de Alan Ball (A Sete Palmos, Nothing Is Private) tem censura 18 anos, mas gradualmente adiciona elementos juvenis à trama. Com o fim da 2ª temporada, que acaba de ir ao ar nos EUA, chega a ser possível começar a traçar paralelos entre a protagonista Sookie Stackhouse (Anna Paquin, a Vampira dos filmes dos X-Men) e o pequeno bruxo do bem Harry Potter.

Baseada na série de livros The Southern Vampire Mysteries, de Charlaine Harris, True Blood parte de uma ótima premissa - os japoneses (sempre eles) inventam uma espécie de sangue sintético que permite a integração dos vampiros à sociedade. A série da HBO começa bem, mostrando o que acontece quando vampiros chegam a Bon Temps, uma cidadezinha redneck no interior da Louisiana.

Em meio a preconceitos, implicações político-religiosas, assassinatos em série e à descoberta de que o sangue de vampiros equivale a um misto de MDMA com LSD elevado ao cubo, Stackhouse (que é telepata) se envolve com o vampiro Bill Compton (Stephen Moyer), um eterno romântico congelado no séc. XIX. Daí pra frente é melodrama.

Com muito sexo e corpos (pálidos ou não) nus bem distribuídos por todos os episódios.

O sexo e a nudez, aliás, são as únicas coisas que se mantêm num nível alto durante a série toda até agora. Vide o 1º parágrafo, os vampiros sem roupa atraem audiência e contribuem para fazer dela a mais bem sucedida da programação atual da HBO. True Blood chegou a passar a marca de 5 milhões de espectadores só na TV nos capítulos finais da 2ª temporada.

Mesmo com tanta falta de qualidade.

Da metade para o fim da temporada de estreia, quando os elementos de fantasia ultrapassam o limite da verossimilhança que contribuía para uma camada extra de crítica social a True Blood, Ball perde a mão ao introduzir um arco paralelo desimportante para a trama até a temporada seguinte. O resultado é um longo anticlímax.

Na 2ª temporada o anticlímax já se torna característica da série. E pior: é amplificado por uma tentativa mal-sucedida de criar suspense em cima de detalhes desnecessários à história e por roteiros esburacados que levam, a qualquer custo, a trama ao próximo gancho.

Enquanto a carga sexual e os vampiros, queridinhos da cultura pop atual, atraem audiência, os ganchos a mantém, alimentando a expectativa pelo próximo capítulo. O problema é que o gancho em True Blood é usado apenas pra isso. Introduz sempre algo surpreendente, mas que será resolvido já no início do episódio seguinte para que a série volte à programação normal.

True Blood tem bons momentos - onde mais alguém aprenderia o que acontece quando uma jovem virgem é transformada em vampira? - e é, indiscutivelmente, um hit. Mas se o objetivo da HBO (“é mais que TV”, diz o slogan) é oferecer aos espectadores algo além de uma versão softcore de Crepúsculo e afins, está falhando de maneira exemplar.

Ball e a emissora, que já trataram magistralmente de um tema muito mais complexo - a morte - em A Sete Palmos, deveriam saber que nem só de pares de seios e torsos oleosos se faz uma série para adultos.

Comenta aê!

Mad Men s03e01: Out of Town

texto arquivado em #nipofilia #séries #foda por nnnnng dia 17/08/09 (PERMALINK)

O Sonho da Esposa do Pescador

I picked it for its sensuality.
But it also, in some way, reminds me of our business.

— Cooper

Mad Men está de volta.

Comenta aê!

The Walking Dead + AMC… Fodeu!

texto arquivado em #quadrinhos #séries #genial por vinipardinho dia 12/08/09 (PERMALINK)

Notícia FODA da semana.

A confirmação do Faith no More não foi notícia, todo mundo sabia que ia rolar.

Uma das melhores séries de histórias em quadrinhos dos últimos anos está perto de ganhar a tão sonhada versão “live”, e o responsável por isso será o canal dono das melhores séries de tv hoje. Não dá pra ser melhor.

The Walking Dead é publicada desde 2003. E já faz tempo que a idéia de uma série para a tv ronda comentários e discussões pela internet.

Neste mês de agosto, o gibi chega na edição de número 64. Três edições antes, na 61, Robert Kirkman, o criador da série, publicou um carta dizendo o quão estranho era chegar naquela edição. O motivo? Y: The Last Man, uma das HQ’s mais famosas do selo Vertigo (junto com Sandman e Preacher), terminou na edição 60 e Kirkman achava que não parecia certo ultrapassar em edições uma das melhores séries que ele já leu.

http://media.comicvine.com/uploads/0/978/96997-18166-106829-1-the-walking-dead_super.jpg

Daqui a três meses The Walking Dead vai ultrapassar Preacher em número de edições. Preacher chegou a ser negociada para a produção de uma série pelo canal HBO, mas não vingou. Acabou numa adaptação para o cinema, com o nome de Sam Mendes no projeto, mas que, fora uma notícia ou outra, parece andar devagar.

Fico imaginando o que Robert Kirkman vai escrever sobre isso nas próximas edições. Um projeto que precisou colocar “invasão alienígena” como uma das causas da epidemia de zumbis para que alguma editora comprasse a idéia. Causa desmentida quando Kirkman já podia peitar a editora e dizer “esquece isso”.

http://media.comicvine.com/uploads/3/36994/734662-thewalkingdead_059_super.jpg

Na frente do projeto, Frank Darabont. O único filme mais terror que conheço dele é The Mist. O suficiente pra me deixar tranquilo e botar fé. Pessoas desesperadas numa situação extrema ele fez bem. E essa é a essência de The Walking Dead.

E pra fechar, produção do canal AMC. AMC é responsável por Breaking Bad e Mad Men. Precisa falar mais? Cruzar os dedos e esperar que a coisa realmente se realize.

Ressalvas:

1) Medo que, indo pra tv, comece a rolar umas adaptações como “zumbis modernos”. The Walking Dead é Romero puro, zumbis lentos e burros, motivo principal de várias sequências memoráveis na HQ.

2) Será que a editora HQM vai resolver esperar a série entrar no ar e, uns dois anos depois, começar a ser transmitida em algum canal a cabo no Brasil, pra aproveitar a onda e continuar lançando a série por aqui? ZZzzzZZzzzz…

Curtiu as capas? Todas aqui. Claro, com spoilers.

Comenta aê!