#paumolescência


link arquivado em #música #merda #paumolescência por vinipardinho dia 11/02/10 (PERMALINK)

“Pelo menos seis pessoas morreram no país em brigas iniciadas quando alguém cantava a música.

(…)

Os bares de karaokê são muito populares nas Filipinas, e onde as pessoas expressam suas paixões livremente mas, segundo o “New York Times”, não é só lá que cantores desafinados causam revolta.

O jornal diz que nos últimos dois anos um homem foi morto a facadas na Malásia por monopolizar o microfone em um bar e na Tailândia um homem matou oito de seus vizinhos em um ataque de fúria depois que eles cantaram “Take me home, country roads”, de John Denver.

Nos Estados Unidos, uma mulher deu um soco em um homem em um bar em Seattle e criticou a versão dele do sucesso do Coldplay “Yellow”.”

Até na tragédia o Coldplay é pau mole…

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Grudento como mão suada depois da punheta

texto arquivado em #paumolescência #merda #merda muito grande #rolling stone por leovinhas dia 11/11/09 (PERMALINK)

Pelo menos 105 mil fãs sabiam bem o que Lucas Cesar Lima Silveira estaria fazendo naquele instante: o rapaz notificou o evento em sua página no Twitter, que utiliza mais como um diário pessoal do que como mural de opiniões. “Como tudo o que se escreve lá vira furo de reportagem, simplesmente não dá para se dizer o que se pensa”, ele despista. Isso não o impede de postar pelo menos meia dúzia de frases ao dia, relatando compromissos com a banda, passagens pela academia, passeios de bicicleta e comentários pontuais sobre o nada (atualizações recentes vão de “Bah. Misto quente + muffin de chocolate = Pelo menos 1 hora de invencibilidade emocional” a “Meu pior dia das crianças foi aquele em que eu ganhei uma caixa com 60 Kinder Ovo. O pior de tudo: era exatamente o que eu queria”).

 

Trecho de matéria do Pablo Miyazawa sobre Lucas, do Fresno, dizendo que ele “compõe melodias grudentas como quem troca de roupa”, ou algo assim.

Eu não tenho o que comentar. Só destaquei uns trechos que falam por si mesmos.

Mais aqui.

PS: só não sei qual é a queima-cara maior, se a do Lucas com suas frases geniais, ou se a do jornalista e sua contextualização.

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