#foda


áudio arquivado em #música #foda por danielferraz dia 11/12/09 (PERMALINK)
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Música do dia: Black Francis - Ghost Coming

A nova canção liberada pra download na 1ª edição da newsletter do BlackFrancis.net resume de um jeito tão bom toda a discografia pós-Pixies do cara que quase daria pra chamar o negócio de Black Francis and the Catholics. E isso ao mesmo tempo em que traz elementos desconexos do que ele tinha feito até agora. Se esses backing vocals em falsete e tecladinho churrasqueiro forem algum indício do que vem por aí no Non Stop Erotik… que venha logo.

Fazia tempo que eu não ouvia tanto uma música no repeat.

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Mad Men s03e01: Out of Town

texto arquivado em #nipofilia #séries #foda por danielferraz dia 17/08/09 (PERMALINK)

O Sonho da Esposa do Pescador

I picked it for its sensuality.
But it also, in some way, reminds me of our business.

— Cooper

Mad Men está de volta.

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vídeo arquivado em #vídeos #música #foda por danielferraz dia 18/06/09 (PERMALINK)

Nina Simone - Feeling Good

Pra parar com essa powerpointização dos vídeos no Churrasco (ou pelo menos dar uma quebrada nela), um que merece todas as maiúsculas e o negrito de FODA.

Certo? Certo.

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Breaking Bad: o fim justifica os extremos

texto arquivado em #séries #foda #genial por danielferraz dia 03/06/09 (PERMALINK)

Não contém spoilers. Pode ir com fé.

Acabo de descobrir, depois de assistir à conclusão da 2ª temporada, que a tagline de Breaking Bad é The end justifies the extreme. A frase é pertinente em mais sentidos do que precisaria ser.

O 1º é óbvio, relativo à trama: Walter White (Bryan Cranston) é um professor de química de meia-idade que tem um filho adolescente com paralisia cerebral e outro, não planejado, a caminho. Ao ser diagnosticado portador de câncer - de pulmão, sem nunca ter fumado - terminal, Walt apela à produção de metanfetamina para conseguir pagar suas contas médicas e deixar uma herança para a família.

A partir daí, as consequências são extremas. Demais. Cada vez mais, em progressão geométrica. E culminam, nesse último episódio, no maior mindfuck já realizado na televisão.

Por pouco não desisti da série antes mesmo dela estrear, em janeiro do ano passado. A sinopse divulgada na época, “professor de química em crise de meia-idade se torna um criminoso”, não ajudava. Deve ter espantado muita gente.

Resolvi dar uma chance a Breaking Bad pelo envolvimento de Bryan Cranston, que como coadjuvante roubava todas as cenas de que participava em Malcolm in the Middle (pra quem viu, é impossível não pensar no Hal sobre patins sempre que Funky Town toca) e por ser uma produção da AMC, que tinha começado muito bem com Mad Men, no ano anterior.

Nem imaginava que a série seria melhor que Mad Men. Menos ainda que chegaria ao nível de The Sopranos e The Wire, lá no pedestal.

Ela chega.

Tecnicamente é tudo redondo, ao mesmo tempo em que inova (em televisão) ao utilizar praticamente só câmera na mão sem estripulias. A câmera, na mão mas firme, dá um aspecto diferenciado e realista às imagens; íntimo nos planos fechados, desolador nos muito abertos.

Mão firme, também, é a do criador Vince Gilligan (ex-produtor e roteirista de Arquivo X), que mantém a unidade estética da série ao mesmo tempo em que diversifica as visões criativas na direção - são 15 diretores diferentes até agora, em 20 episódios. O resultado é coeso até quando destoa, em algumas cenas memoráveis espalhadas pela série.

Aliás, hoje em dia o que diferencia uma série boa de uma série foda é a direção. A vingança dos roteiristas pela falta de crédito no cinema é merecida, mas deixar a direção em segundo plano tem estragado roteiros brilhantes com mais frequência do que deveria. Um desperdício.

Em Breaking Bad, tudo funciona em sintonia com os roteiros (atenção para a palavra proibida em 3, 2, 1) geniais de Gilligan e equipe. Aí o negócio fica foda.

Bryan Cranston tem todo o mérito pelo Emmy de Melhor Ator em Série Dramática que recebeu em 2008. Mas a transformação sutil de Mr. White, pai de família e professor, em Heisenberg, traficante, no mínimo não atrapalhou. O protagonista é tão circular que dá gosto. Fora o elenco coadjuvante impecável, de personagens idem, que potencializa as consequências dessa transformação.

E tem aquele grande e inesperado mindfuck de brinde no final, que você só se dá conta do quanto foi bem construído quando percebe que Gilligan usou mais do que a estrutura dos episódios na preparação.

Desde o piloto, as sequências iniciais dos episódios seguem dois modelos: 1- abre-se com uma cena de impacto, importante para a trama geral da série ou 2- quebra-se o modelo usual de estrutura narrativa. Seja com elipse temporal, desvirtuando o costumeiro começo, meio e fim, seja com o cúmulo de utilizar um narcocorrido (que quem acompanhou The Shield sabe o que é) sobre Heisenberg para ilustrar tanto o episódio em si quanto Breaking Bad como um todo.

A 1ª cena da série é parte do final do piloto. A 1ª cena da 2ª temporada, em que um olho flutua em uma piscina até ser sugado pelo ralo, é parte do final do último episódio. Outros 3 trechos do fim abrem outros 3 episódios dessa temporada.

Mesmo assim, o contexto não vai passar nem perto da tua cabeça. A menos que você perceba que os títulos destes 4 episódios descrevem a cena. Que tudo sempre esteve lá, é efeito lógico e direto dos extremos a que as ações de Walter White se estendem, e que as consequências também são extremas.

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link arquivado em #cinema #gifs #foda por danielferraz dia 31/05/09 (PERMALINK)

3 frames = 1 gif animado noinha

Aguardo ansiosamente por um do Michael J. Fox.

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link arquivado em #trailers #foda #mashup por danielferraz dia 21/05/09 (PERMALINK)

Sim, Dirty Dancing… se fosse dirigido por David Lynch.

Só não é o melhor exercício de reedição de trailers de todos os tempos por não incluir Time of My Life na trilha (e por desabilitar a opção embedding do vídeo).

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vídeo arquivado em #publicidade #foda por andrezp dia 09/05/09 (PERMALINK)

Video da Gucci dirigido por Chris Cunningham.

Ainda acho um dos maiores absurdos esse cara não ter feito um longa até hoje. 

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Breaking Bad, s02e09

texto arquivado em #séries #foda #genial por andrezp dia 09/05/09 (PERMALINK)

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vídeo arquivado em #foda #vídeos #trailers por danielferraz dia 07/04/09 (PERMALINK)

Trailer do dia: De Volta para o Futuro

Imagina se, hoje em dia, alguém resolvesse abrir um teaser com 15 segundos de product placement descarado desse jeito?

Blogueiros em chamas.

(via shrapnel)

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vídeo arquivado em #foda #nipofilia #televisão #vídeos #trailers por danielferraz dia 24/03/09 (PERMALINK)

Trailer do dia: Cat Shit One (aka Apocalypse Meow)

Cat Shit One é o título japonês e Apocalypse Meow, o norte-americano do mangá de Motofumi Kobayashi em que essa lindeza foi baseada.

Por enquanto só rola esse teaser, já que o Studio Anima ainda busca financiamento pro projeto, mas o produto final será uma série em 12 episódios, de 23 minutos cada, com o mote animais fofinhos em combates violentos realistas. Foda.

Enquanto o mangá se passava na Guerra do Vietnã, a animação traz os personagens principais para o contexto atual. Packy, Botasky e Rats são membros de uma organização militar privada americana que cumprem missões em países diferentes a cada episódio.

Como você percebeu pelo vídeo, os personagens são animais diferentes de acordo com a nacionalidade. O grau de fofura também varia. A ideia é chamar a atenção às agruras da guerra com os bichinhos, já que imagens de humanos em pedaços não impressionam mais ninguém.

Na prática, é provável que Cat Shit One acabe banalizando também o guro fofo. Ou isso, ou esse vai ser o Maus dos tempos de Blackwater, com pitadas de videogame.

De qualquer maneira, coloco minhas fichas em aproximadamente 5 horas de entretenimento divertido.

(via Shrapnel e An Eternal Thought in the Mind of Godzilla)

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