Da série “não li, não ouvi, não gostei”:

Ludov lança disco mais maduro de sua carreira

O primeiro parágrafo já segue algum “automatic music review generator”, um desses que vigora em sites aí:

O terceiro álbum da carreira dos paulistanos conta com canções que flertam com estilos que vão desde o pop à MPB em arranjos singelos e letras diretas que sempre buscam valorizar o vocal marcante de Vanessa. É o disco mais direto do grupo e, por conseqüência, seu trabalho mais autoral.

Traduzindo os termos grifados:

flertam com estilos que vão desde o pop à MPB: tentam tudo para ver se alguma coisa dá certo.

arranjos singelos e letras diretas: indigência musical de dar dó.

É o disco mais direto do grupo e, por conseqüência, seu trabalho mais autoral: que direto esse disco, hein? Mas essa frase não sugere que os outros discos só enchiam linguiça?

Mas beleza, o melhor fica pros comentários:

  1. patricia del sole
    muito boa entrevista. consegui me indentificar com a maturidade da banda, assim como o habacuque disse, é como se eu acompanhasse a evolução com a própria vida. minhas preferências ficaram mais aguçadas e a banda conseguiu acompanhar isso com os álbuns. hoje com 24 anos me indentifico com ‘caligrafia’, e o mesmo aconteceu com os outros álbuns em outros anos.

 Cada vida evolui segundo padrões e ritmos apropriados.