Da série “não li, não ouvi, não gostei”:
Ludov lança disco mais maduro de sua carreira
O primeiro parágrafo já segue algum “automatic music review generator”, um desses que vigora em sites aí:
“O terceiro álbum da carreira dos paulistanos conta com canções que flertam com estilos que vão desde o pop à MPB em arranjos singelos e letras diretas que sempre buscam valorizar o vocal marcante de Vanessa. É o disco mais direto do grupo e, por conseqüência, seu trabalho mais autoral.”
Traduzindo os termos grifados:
flertam com estilos que vão desde o pop à MPB: tentam tudo para ver se alguma coisa dá certo.
arranjos singelos e letras diretas: indigência musical de dar dó.
É o disco mais direto do grupo e, por conseqüência, seu trabalho mais autoral: que direto esse disco, hein? Mas essa frase não sugere que os outros discos só enchiam linguiça?
Mas beleza, o melhor fica pros comentários:
-
patricia del sole
Outubro 28th, 2009 at 9:11 am muito boa entrevista. consegui me indentificar com a maturidade da banda, assim como o habacuque disse, é como se eu acompanhasse a evolução com a própria vida. minhas preferências ficaram mais aguçadas e a banda conseguiu acompanhar isso com os álbuns. hoje com 24 anos me indentifico com ‘caligrafia’, e o mesmo aconteceu com os outros álbuns em outros anos.
Cada vida evolui segundo padrões e ritmos apropriados.
RSS




