Então, tem esse jogo divertido e bobinho pra Wii e DS, “Cooking Mama”. Jogos “culinários” vêm desde a época do Atari 2600, como o inesquecível Pressure Cooker da Actvision. Repito: são todos bobinhos, mas são bacanas por tentarem reproduzir a tensão que rola quando tudo começa a dar errado na cozinha. Chefs amadores esporádicos sabem do que estou falando. Além de que, pra produtora do game, é um tiro certo: que menina de 7 anos não gosta de “brincar de cozinha”?

Daí que chega ele, o supremo, o implacável PETA e joga na cara da criançada a triste realidade: não, o peru de natal NÃO VENDE EM PACOTE IGUAL ELMA CHIPS.

E o bônus por “vencer” o jogo é, óbvio, um vídeo de pajelança aviária. Daqueles que dá pra ver na kombi do Peta estacionada na R. Augusta, quinta à noite.

Agora só falta o Peta fazer uma parceria com a Ubisoft e começar a desenvolver jogos vegans. Tenho uma sugestão: um first-person shooter onde você ataca o centro de São Paulo com metralhadoras, escopetas, granadas e lança-chamas, tocando o terror em redes de fast-food e carrinhos de churrasco grego, consumindo maços de alface perdidos no caminho que servem como power-ups. 

Hardcore, mano!