Actvision’s DJ Hero Turntable controller = FAIL

Ontem no Omelete saiu o primeiro pôster do Disrict 9 e junto com ele colocaram o trailer que já tinha saído, mas agora sem a censura na cara do alienígena. Curiosamente, o vídeo tá linkado num site de cinema russo, o filmz.ru, onde eu vi um banner da belezura aí em cima.

Dead Snow foi lançado em janeiro na Noruega. Uma turminha muito esperta resolve arrumar enormes confusões nas férias indo pra um chalé nas montanhas. O terreno onde eles resolvem se divertir com trenós motorizados foi um importante campo de batalha na Segunda Guerra. Resultado: Zumbis-Nazistas com sono perturbado.
O trailer é meio nhé (a cena da galerinha achando o baú de jóias chega a lembrar os Goonies), mas depois de entrar na seleção oficial do Sundance 09, já tá com estréia marcada nos Estados Unidos, em junho.

Será?
(atendendo a pedidos da diretoria churrasqueira, reposto esse texto publicado orginalmente aqui)
Já há um tempo veio a mania de se referir a aperitivos, salgados e quejandos pelo genérico “comidinhas”. E virou um termo tão corrente que até sessão da insuportável Veja São Paulo leva esse nome. Restaurantes enviam releases e apresentam orgulhosamente suas “comidinhas”.
Acho ridículo um adulto constantemente se referir ao que quer seja no diminutivo, e nesse caso é especialmente irritante. Primeiro porque os preços desses lugares nada têm de diminutos. Segundo porque comidinha de cu é rola. Cresça e seja adulto, meu amigo! Dê-se ao respeito – ou assuma sua tolice e comece a conversar aos silvos e com vozinha fina.
(quer falar em irritação? Lê isso aqui. Na terceira linha eu já tava querendo abrir o rosto da idiotinha com uma machadinha.)
Na esteira, vem ainda os blogs de gastronomia. Todo profissional de comunicação que trabalha em SP é crítico gastronômico, já notou? Fica escrevendo suas resenhas sobre restaurantes que mal cabem em seus bolsos, debatendo suas cervejinhas importadas com ares de entendido e postando seus desfiles gastronômicos para impressionar quem os lê.
Eu venho de uma família humilde. Por estudo e por oportunidade, pude apreciar coisas que minha família não pôde me dar (e muitas que ela me deu. Minha família é humilde, mas não mesquinha). Acho ótimo poder experimentar uma comida diferente, uma cerveja pouco comum, um bom vinho. Melhor ainda se todos puderem fazer isso. Só não vejo isso como algo para ser exibido. É algo pelo qual ser grato à vida. Mas quando o prazer é sobrepujado pelo orgulho e pela necessidade de afirmação social… Bom, só posso lamentar, né? E ainda colocam seus comentários arquivados sobre os tags “comidinha” e “bebidinha”. Que venham beber o suco da minha bolsa escrotal! (mas não publiquem resenhas depois)
Basicamente: não vou menosprezar um Beaujolais que caia em minha mesa. Mas nem por isso vou esquecer que um Trapiche resolve bonito a coisa. Ou que na companhia de um amigo que vale a conversa, pouca diferença faz se o bar tem Antártica ou Leffe. E se um dia vocês me pegarem me bravateando às custas desse tipo de experiência, caprichem no xingamento. Eu vou merecer.

…e infelizmente é do Wilco (que também segura o troféu adiantado de pior título, “The Album”).
Lindsay Lohan, em novo ensaio revivendo Marilyn Monroe. Clica que amplia.
Tá faltando uma carninha aí, hein…
Via UOL.
A grande pergunta de sempre: “Por que?”
Ok, eu assumo que ultimamente esse blog vem classificando qualquer coisa como “genial”.
Mas, às vezes, é a única tag que resta para definir algo.
Como é o caso do Kutiman.
Puta. Que. Pariu.
Fodeu.
Corram para as montanhas.
17 vezes melhor que a versão norte-americana.
(via somethingwicked)